Jessica Jones S01E11 – AKA I’ve Got the Blues | Review

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A vantagem de se ter uma série em um serviço de streaming como a Netflix, é que você não precisa ficar criando ganchos a todo momento no episódio pois não há comerciais, permitindo que você avance em uma velocidade regular sem comprometer o desenvolvimento dos personagens. Jessica Jones peca nesse aspecto, pois aparentemente a série desconhece uma regularidade de ritmos, basta ver o episódio morno que deu sequência ao excelente AKA 1000 Cuts.

Não tivemos a presença de Kilgrave e sequer sentimos sua imponência como nos episódios iniciais em que ele estava ausente. Não, Jess passou o episódio quase inteiro atrás de necrotérios com a possibilidade de ter alguma dica que levasse ao Dr. Albert, pai do Kilgrave. Nem preciso comentar o quanto irracional Jess pode ser à vezes, se recusando a descansar ou a traçar um plano melhor elaborado. No fim, tudo isso serviu pra descobrir a morte de Clemons por Simpson aka Nuke.

Novamente aposto que não foi dessa vez que o policial nos deixou, já que o programa deve ser reiniciado pela equipe que o resgatou. Embora o plot do Nuke tenha se desenvolvido bem rápido, não foi uma má ideia incluí-lo na série. Jessica é uma heroína com superforça enfrentando um vilão com uma supermente. Nada melhor do que um vilão brutal pra gerar cenas de ação equilibradas com a protagonista. E que esse vilão tenha surgido de onde não se esperava é só a cereja do bolo.

Pela primeira vez na série devo dizer que curti boa parte das cenas de luta no apartamento da Jess, a única dúvida que fica é novamente o senso de lógica da série: como um cara consegue arremessar uma pessoa pela parede, mas tem dificuldade em quebrar uma porta de um banheiro? De qualquer forma, foi muito bom ver Trish em ação e a empolgação da moça em fazer aquilo, deve vir parceria Trish/Jess numa segunda temporada, talvez.

Estamos próximos do final, e se bem entendi o ritmo da série, é hora de colocar o pé no acelerador novamente e deixar pra trás esse episódio morno. Ainda mais que Luke Cage está de volta.

  • “What doesn’t kill us makes us stranger” – Jess Jones parafraseando o Joker, ou quase isso.
  • Os flashbacks foram bem feitos, mas não acrescentaram em nada na história das personagens, nada do que a gente ainda não sabia. A mãe da Trish sendo abusiva e a Jess ajudando-a.
  • R.I.P Vidro da Porta Alias Investigações
  • Trish já tá especialista em quase morrer

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