Sense8 S01E09 – Death Doesn’t Let You Say Goodbye | Review

O nono episódio de Sense8, “Death Doesn’t Let You Say Goodbye” foi até agora o melhor momento da série. Obtivemos mais algumas respostas sobre a origem dos sensate e as relações entre eles passaram a ser menos forçadas e mais úteis, posso dizer que a série deu um salto de qualidade considerável após a primeira metade da temporada.

sense8-season-1-episode9-death-jonasEm primeiro lugar porque descobrimos um pouco mais sobre os sensate através de Yrsa, aparentemente eles possuem um sistema nervoso psíquico, chamado de psycellium, que os ajuda a se ligarem uns aos outros, e isso ocorre porque todos os oito compartilharam a primeira troca de oxigênio ao nascerem, independente do local do mundo. Ou seja, todos possuem a mesma idade, ainda não tinha me tocado pra isso, embora pra mim Capheus aparente ser o mais novo e Sun a mais velha.

Em segundo lugar porque Yrsa também serviu pra jogar a poeira pra cima ao nos fazer duvidar daquele que até então era a única esperança dos sensate: Jonas. Segundo Yrsa, Angelica Turing e Jonas trabalham – ou trabalhavam – em conjunto com a BPO, a empresa de mapeamento genético que anda atrás da Nomi, a fim de gerar sensates e entregá-los à empresa.

Apesar dessas revelações, o que mais goste do episódio foram os diálogos e o apoio que souberam casar no episódio. É claro que é sempre divertido ver as habilidades de luta da Sun sendo úteis pros outros, mas além disso, é essencial ver que o grupo está ficando cada vez mais emocionalmente unidos.

sense8-season-1-episode9Os duetos Lito/Nomi e Capheus/Riley além de estabelecerem bem a interação entre personagens que até então não tinham tido muito contato, serviu de maneira exemplar para dar profundidade aos quatro personagens de uma só vez, cada um expressando à sua maneira a dor incondicional daqueles que sofreram o preço da não compreensão. Quando a série deixa de lado as “cenas pra chocar” e foca em situações mais sutis ela se sai bem melhor.

  • A trilha desse episódio merece um comentário à parte, teve um versão de piano de “Mad World” e bem no fim uma versão de Knocking on Heaven’s door de Antony and the Johnsons.
  • Aparentemente o ataque ao sogro da Kala foi um resultado das duas coisas que eu achava, só que ele não morreu. Aliás, tirando aquele médico, alguém morre nesse série?
  • Lito brincando de pegadinha do malandro. Eu tenho tendência a odiar personagens que ficam na fossa por muito tempo, tô em contagem regressiva já…
  • A Sun parece que vai ter um pouco de Sol na sua vida (han-han) com o seu pai confessando o crime, apesar disso a emoção genuína em ver o seu pai lhe reconhecendo como filha foi de cortar o coração.
  • Duas coisas que a Yrsa disse me chamaram a atenção: “Love inside a cluster is pathological. Love inside a cluster is the worst kind of narcissism.” e “If your boy is connected to Jonas, it won’t be long till Whispers will find you.”

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