Marvel’s Daredevil S01E06 – Condemned | Review

“Condemned” pareceu aqueles finais de meio de temporada, principalmente por termos o encerramento de uma parte da história e o desenrolar de outras tantas, Se por um lado a história dos irmãos russos terminou por aqui, por outro o Demolidor encontra-se cada vez mais encurralado em uma sociedade extremamente corrupta, desde policiais a jornalistas.

marvel-daredevil-netfix-episode5-Nesse sexto episódio tivemos o desenrolar que eu comentei no episódio anterior: todos contra o vigilante mascarado, e se sabemos que há alguém que pode manipular multidões em favor de uma causa é a mídia, e os próximos episódios devem mostrar o porquê um cara todo vestido de preto brigando na rua não parece muito super-herói.

Interessante ver como a série trabalha com o suspense. Já estamos no sexto episódio e Matt e Fisk sequer se encontraram, a não ser pela primeira conversa vista nesse episódio. A série optou por criá-los e desenvolvê-los separadamente, e a forma como ela está elaborando essa situação só aumenta a expectativa pra um verdadeiro encontro entre os dois.

É provável que o tempo dedicado à vigilância noturna venha a diminuir nos próximos episódios, já que Matt está cada vez mais preso à história das máfias em Hell’s Kicthen, o que não é ruim, pelo contrário, senão a série corria o risco de mostrar apenas o “caso da semana”. Por enquanto as histórias paralelas não tão tendo muito destaque, Karen e Foggy passaram o episódio todo no hospital sem fazer nada, apenas reagindo ao que acontecia, e quanto a Ben, ainda era cedo demais pra ele morrer, já que ele é a outra metade que Matt precisa pra desvelar toda a corrupção.

marvel-daredevil-netfix-episode5-capaO único defeito que pude perceber foi provavelmente a pior falha da série até aqui. Já vimos e nos surpreendemos com o que o Matt pode fazer, isolar sons, escalar paredes, sentir aromas distantes e prever os movimentos de seus inimigos apenas pelo barulho de seus ossos, então por que diabos ele teria que se abaixar pra ouvir um sussurro, colocando em clara situação de perigo? É claro que isso era necessário, e o que veio depois foi muito bem executado, mas pra mim passou a ideia de que aquilo jamais aconteceria naquelas mesmas circunstâncias.

  • “That sounds pretty bad, but I don’t speak asshole.” – adotando pra vida!
  • “I don’t really go to movies…”
  • Até aqui os cuidados com os diálogos da série são excepcionais, o da vez foi a conversa entre Matt e Fisk por walkie-talkie.
  • Que aflição seria ter que esperar uma semana pelo próximo episódio. Netflix, sua linda!
  • “Whaaat” – seria essa a minha mesma reação caso eu estivesse morrendo em paz e alguém tentasse atrapalhar isso.

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