True Blood S05E10: Gone, Gone, Gone | Review


A melhor coisa de “Gone, Gone, Gone” foi a confirmação da ida de uma vez por todas de algumas histórias desinteressantes que passaram por essa quinta temporada de True Blood. Não tivemos nada de fumaça preta, nada de cabeça de Jesus com a boca costurada, e pelo visto nada mais de Hoyt. Focando naquilo que realmente importa, o episódio trouxe de volta o vilão que todos esperavam, dessa vez pra valer.

Não sei o que tinha no sangue que Russel bebeu, mas foi o suficiente pra lembrá-lo de que ele quer caminhar durante o dia e que no fim das contas ele tem 3000 anos e quer dominar o mundo. Finalmente! Não aguentava mais o sub-aproveitamento do personagem que vinha sendo resumido a piadinhas sarcásticas a Salomé e a um relacionamento com Newlin.

Russel pelo visto será o elo que irá intercalar as principais histórias da temporada. Já sabemos que ele possui ligação com os lobisomens, talvez estejamos próximo de ver uma relação com um outro “vilão” da temporada, Warlow. Este último também está atrás de sangue de fada (mais especificamente o da Sookie), então daí poderemos ter duas saídas: a união dos dois, tornando a guerra contra humanos ainda mais emocionante, ou uma disputa, e aí será o fim de um dos dois.

A conversão de Eric não me convenceu. Tudo bem que a conversão do Bill também não havia me convencido e pelo visto eu estava errado, mas há a possibilidade dele estar jogando o jogo dele, afinal confiar em Bill para qualquer coisa está fora de cogitação. Espero que a Jessica traga bom senso pro seu criador, deu pra perceber que ela achou tudo aquilo estranho demais. Mas sozinha ela é capaz de quase nada.

Falando na Jessica, tivemos a despedida de Hoyt. Até o começo da temporada passada eles formavam o melhor casal da série, após a separação Jessica continuou sendo interessante ao passo que Hoyt ficou perdido na série: uma hora odiava vampiros, outra hora era a comida deles, outra hora queria matá-los. Achei um bom fim pro personagem, esquecer de vez o que houve e pronto, pelo menos a série fugiu o clichê de matar um personagem para tirá-lo de cena. Hoyt era um bom personagem, que ficou sem direção ao ponto da série deixá-lo, quem sabe isso funcione como uma lição e situações como essa se tornem mais comuns e True Blood aprenda a dizer adeus a alguns personagens.

  • Como o foco do episódio foi a Autoridade, apenas algumas cenas paralelas tiveram destaque, como a Pam (claro) e a Tara (que verdade seja dita, está melhorzinha).
  •  Que cliffhanger capenga, hein True Blood?
  •  Aquela fada anciã está grávida do Andy? Justo agora que tinha esperanças que o personagem iria sumir…
  • Sabem que não apareceu, mas também não fez falta? Sim Alcide, você!
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