True Blood S04E07 – Cold Grey Light of Dawn | Review

True Blood Ginger

Reafirmo o que já disse nas duas reviews anteriores: essa quarta temporada de True Blood só tá valendo pela trama principal. Esqueçam o baby evil da Arlene, a namorada lesbian da Tara, ou a pantera cor-de-rosa do Jason, que tá empolgando Bon Temps é realmente a já iminente guerra entre bruxas e vampiros. Escolha o seu lado, pegue uma pipoca and let’s have some fun!

Comentei na minha primeira review que estava ansioso pelo dia em que Marnie deixaria a bruxa da Idade Média possuir seu corpo de uma vez e deixar ela soltar raios e trovões. Os roteiristas não demoraram muito pra fazer isso, ainda bem já que Tia Petúnia sem Antônia não passava de uma muggle brincando de bruxaria, e portanto, nenhuma ameaça pros vampiros. Agora, o que pretendo ver é de onde vem tanto poder. Quem é, e o que fez Antônia ser o que é. Apenas apresentar uma personagem com “muitos poderes” não é o suficiente porque o público perde a linha de comparação: “É mais poderosa que os vampiros?”, “O poder dela tem limites?”, “Como derrotá-la?”

Espero eu que essas perguntas sejam respondidas nos próximos episódios já que neste sétimo episódio tramas paralelas ganharam pouco avanço. Descobrimos que Lafayette, além de médium aprendeu a aparatar com o menino Jesus. Faltou no mínimo trabalho de edição e continuidade com o personagem, um minuto ele aparece no fim do mundo do México matando cobras, e no seguinte lá está ele cozinho e vendo gente morta na cozinha do Merlotte’s.

True Blood - Jess e Bill

E por falar em Merlotte, a outrora fraternal relação entre Sam e Tommy já desandou. Não demorou muito para que Sam descobrisse que o irmão se passou por ele, e deu uns pega na sua namorada. Confesso que apesar de ter gostado de não haver muita enrolação nesse assunto, achei a cena do Sam com a Luna Garza muito artificial, parecia que o shifter tava arrumando uma desculpa. Aquele poderia ser o Tommy se passando por Sam que ela iria cair novamente no truque. Falando nisso, ainda espero por Sookie pedindo pelo emprego de volta.

Acredito que todos torciam pelo romance ente Sookie e Eric, e apesar de no começo ter minhas restrições, a maneira como esse relacionamento foi tratado pareceu natural, e nem achava tão estranho assim. Não achava. A tirar pela aula de kama sutra que os dois deram nesse episódio, Sookie e Eric foram muito mamão com açúcar, do tipo proibido para diabéticos. Quando Eric retomar sua memória, a grande questão será em que isso afetará na sa(fada) Sookie, mas não me importo com isso agora, o importante é não deixar o Eric um bobalhão.

Não poderia terminar essa review sem falar da minha adorada Baby Vamp Jessica e aquele cliffhanger que acabou com metade dos espectadores. É provável que ela não irá morrer, mas um recado pra Alan Ball: DON’T YOU DARE KILL JESSICA!! Apesar de não ter gostado daquele papinho de “amar-não-amar” que rolou com o Bill, e de já prever um futuro romance dela com Jason, ela não merece morrer por isso.

Menção honrosa do episódio: Ginger. Ri tanto nessa cena que antes de começar essa review fui atrás de todas as gifs possíveis:

True Blood - Ginger

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