True Blood S04E05 – Me and the Devil | Review

true-blood me and the devilDe uma certa forma, essa quarta temporada de True Blood está diferente das outras. Em primeiro lugar porque a série parou de se levar a sério com coisas idiotas (pelo menos até agora as fadas ainda não retornaram, e a saga das panteras tá andando devagar). Segundo porque o humor, mesmo que involuntário, passou a ser figura mais que certa nos episódios. Ainda bem.

Após a primeira temporada o Sam ficou meio deslocado. A paixonite pela Sookie foi desaparecendo, houve algumas tentativas de um plot, mas nada interessante; pelo menos até agora. Confesso que Tommy ter matado seus pais foi uma das melhores coisas que o guri já fez, e acredito que após esse episódio, a relação dos irmão irá de maior cumplicidade, afinal, Sam é a família mais próxima de Tommy (desconsiderem a Maxine Fortenberry). Nessa temporada as tramas que por ora fogem à central estão recebendo um tratamento melhor. Umas ainda não disseram a que veio (como a trama do Alcide), e outras parecem ter uma importância futura, como a trama de Lafayete e menino Jesus (ainda que aquela cena do cabrito tenha sido a cota de cena WTF do episódio).

Mas vamos ao que de fato interessou nesse episódio: a trama central. Eric ter perdido a memória foi o fôlego que a série precisava pra modificar algumas tramas estabelecidas. Só assim, a aproximação da Sookie poderia aparentar viável e o Bill se tornar uma espécie de vilão. Entretanto, como visto nesse episódio, o maior vilão da temporada é mesmo a bruxa que encarna em Tia Petúnia. Só espero que a série não foque mais tanto no Eric sentimentalóide, nem nessas reações desmemoriadas, foi engraçado no começo, mas já tá ficando monótono.

Falando nas bruxas, Tia Petúnia parece agora ter uma conexão maior com elas. Se antes a possessão vinha em momentos de perigo iminente, agora as visões aumentaram, e eu torço para que a bruxa que matou todos os vampiros num raio de 20 milhas em 1610 tome conta logo do corpo dela, senão vai ficar nesse lenga-lenga até a season finale.

Quanto às demais tramas, o lema parece ser “devagar e sempre”. O filho de Arlene não parece ser a espiritualização do pai-capeta e sim a boneca que foi dado de presente por Hoyt e Jessica. Falando nela, que presença nesse episódio, hein? Pouca, mas, digamos, excitante. Aos poucos a trama de Jason vai ganhando corpo, bem capaz que no próximo episódio, na metade da temporada, a lua cheia faça algum efeito, e eu espero que realmente faça, porque se aquele tempo todinho amarrado resultar num final decepcionante eu torcerei pela morte do personagem logo.

Pela cena final, a impressão que fica é que agora o ritmo vai aumentar. Eric não ficará mais escondido e tudo caminha para uma possível guerra entre bruxa e vampiros (com uma possível participação das fadas da season premiere). É esperar pra ver.

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